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Loja de Varinhas Olivaras.

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Loja de Varinhas Olivaras.

Mensagem por Berrador em Sex Jun 29 2018, 22:59

Loja de Varinhas Olivaras.
A mais famosa loja de varinhas do mundo mágico está aberta desde 382 a.C. Durante a última guerra bruxa o proprietário do local desapareceu e muitos acreditam que ele tenha sido uma das vítimas do Lord das Trevas e seus aliados. Desde então a loja passou por diversos proprietários e mesmo mantenha a qualidade de outrora nenhum sucessor do antigo dono conseguiu permanecer por mais de dois anos no comando do local.

"Na realidade é a varinha que escolhe o bruxo, é claro." - Sr. Olivaras

Preços

Varinha - G$ 185
Varinha de Brinquedo G$ 40
(Feita de plástico sem magia alguma)
Estojo para guardar a varinha - G$ 88
-----
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[Os itens adquiridos devem ser especificados ao final do post.]




Última edição por Berrador em Sab Jul 14 2018, 18:27, editado 1 vez(es)
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Berrador

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Re: Loja de Varinhas Olivaras.

Mensagem por Caio Chthon Ximenes em Ter Jul 03 2018, 23:48

O vento forte que soprava ao norte rumo as colinas já brancas de gelo, remetia de que o inverno seria mais uma vez rigoroso, as plantas pálidas não haviam mais cor, o branco acinzentado preenchiam o lugar do vermelho, amarelo e verde. Os animais ficavam cada vez mais difíceis de serem avistados, cada um se protegendo daquele frio do inverno britânico. Caio acordou cerdo naquela manhã enquanto seu irmão ainda dormia ao seu lado no pequeno quarto que dividia com o mesmo, aquele dia seria inesquecível, pois iria com sua mãe as primeiras compras de materiais para Hogwarts, assim teria sua varinha. - Eric acorde! Acorde seu dorminhoco. - disse Caio cutucando o irmão ainda sobre os efeitos do sono sobre a cama. Após sua incansável insistência Eric se espreguiçou e caminhou com dificuldades para o banheiro, era de se admitir que acordar em dias chuvosos era difícil devido o frio que o tempo trazia, agora imaginamos pleno inverno o grau de dificuldade quase que triplicava.

-Vamos garotos ou vamos nos atrasar. - gritou Helena mãe de ambos, da cozinha da humilde casa dos Ximenes. Os garotos mais que apressaram para vestir seus trajes tampando o máximo do corpo possível, deixando a vista apenas os olhos verdes de seu irmão e os castanhos pertencentes a Caio. Morar em Londres não era fácil, dividir espaço com trouxas nem sempre era convidativo, a grande sorte de quem morava próximo ao caldeirão furado era extremamente toda deles.
Ao adentrar no salão com alguns bruxos tomando cervejas amanteigadas ou o velho hidromel ao lado da lareira buscando aquecer o corpo pareciam em vão, desdá vez o frio estava vencendo.


O beco diagonal era o centro de compras de todo bruxo, tudo o que precisava poderia encontrar com facilidade naquele beco um tanto apertado para a enorme quantidade de pessoas ao mesmo tempo, no final da rua se via o suntuoso prédio do banco de gringotes, que por sua vez era um dos locais mais bem protegidos de todo o mundo, ali ficam ouro, joias, artefatos de valores incalculáveis, as especulações de que dragões guardavam os cofres mais raros era sempre pauta para quem estava a visitar o beco diagonal pela primeira vez. Logo de inicio Caio puxou a mãe e o irmão para a loja de varinhas, assim como Caio, Eric tambem iria comprar sua primeira varinha. - Olá bom dia sejam bem vindos ao Olivaras. - disse com tom de alegria com um sorriso amarelado o velho senhor do balcão de atendimento da loja especializada em varinhas. - Receio que os jovens bruxos vieram comprar suas varinhas, sim? - concordou com a cabeça Caio e Eric ao mesmo tempo. O velho olhou em volta pegando algumas caixinhas que estavam sobre o balcão, deixou algumas sobre a mesa em vossa frente e disse, - Peguem e testem. - afirmou o velho dando um passo atrás.


Caio pegou uma das varinhas a olhou em seus detalhes, agarrou com firmeza a apontou para uma pilha de papeis que estava sob um das cadeiras da mesa, o efeito fora devastador, as folhas voaram para todos os lados, parecia mais uma chuva de papeis, o olhar assustado do garoto tirou risos do velho senhor que afirmou, - Receio não ser esta, tente outra. - Caio ainda imaginando de que não era desta forma que pensou que fosse, a sua varinha. A varinha seguinte brilhou em sua mão, assim como seus olhos brilharam aceitando assim de que era aquela a sua, - Salgueiro, Pena de Fênix, 32cm, fexivel, esta é a sua varinha Sr. Chthon, ela é quem escolhe o bruxo. - afirmou o velho
Após a seu irmão ter feito o 'teste', ambos saíram da loja acompanhados por sua mãe em direção a loja de livros no beco diagonal.



Observação: Post feito para o Registro de Varinhas.




Ministério da Magia
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Idade :
27
Localização :
Ministerio da Magia

Perfil Bruxo
Casa: Corvinal
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Salgueiro, Pena de Fênix, 32 cm, flexível

Caio Chthon Ximenes

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Re: Loja de Varinhas Olivaras.

Mensagem por Ravenna L. Kuznetsova em Sex Jul 06 2018, 01:55




Primeira Varinha


A pequena menina ruiva, olhava para os lados fascinada, com as lojas ao redor do Beco Diagonal, e os bruxos, vestidos com roupas largas, e chapéu pontudos.

Seu avô estava a sua frente, parecendo não se importa com sua presença ou que ela se perdesse, mais ela podia ver, ele olhar a cada 5 minutos por cima dos ombros, para garantir que ela o estava acompanhado.

Seu avô, recém descoberto não era a pessoa mais simpática do mundo, na verdade ele não era nada simpático, ele estava sempre com o rosto fechado, e mal lê dirigia a palavra, mesmo ela estando com ele a quase duas semanas, o mesmo tempo que recebeu sua carta de Hogwarts, a escola de magia e Bruxaria...

Foi um choque para ela, afinal ela nunca havia visto alguém da família de seu pai, ao menos lembrava de seu próprio pai, agora, que ela fazia parte do mundo bruxo, seu avô havia dito a ela que seu pai havia morrido por causa de um bruxo das trevas, que ele acusava está atrás dela é sua mãe...

Mais agora, com a descoberta de seu sangue bruxo, e a morte de sua mãe... Ele havia pegado sua educação mágica sobre se mesmo...

Sua mãe era uma aventureira, ela nunca parava em um mesmo lugar, além de sempre está disposta a ajudar as pessoas, ela é seu pai se conheceram na Rússia, país natal de seu pai, foram morar na Grécia, onde ela nasceu, mais sua mãe passou por diversos lugares após a morte de seu pai...

- Vamos compra a sua varinha. - A voz rouca de seu avô, a vez levantar a cabeça para olha-la com ansiedade.

Ele era seu único parente... Sua única família, ela sentia como se devesse agrada-lo, para que ela não voltasse para o orfanato de novo... Ela não queria voltar para lá... Não queria ouvir as outras crianças chorando a noite novamente, ou a raiva que algumas delas ficavam ao ver uma criança mais jovem, ou um bebê ser levado para casa por um casal...

A dor nos olhos deles... Ou sentir a saudades e até mesmo a inveja, que muitas das crianças sentiam, ao ver... Outra criança ser levada do orfanato...

Ela acenou sem responder, sua garganta seca, ela estava com cede, mais não queria pedir nada a seu avô com medo, de ele ficar bravo. Quando chegasse em casa, os elfos domésticos a ajudaria, eles eram tão fofos e prestativos.

E por mais ruide que seu avô fosse, ele tratava as pequenas criaturas com educação, e como se eles fossem iguais, por isso ela sabia, que ele não podia ser tão ruim quanto parecia. Mais ela queria saber o porque ele a odiava tanto.

- Olhe o que temos aqui! Dimitri Kuznetsov! Faz tempo, você quebrou sua varinha novamente? - O homem de cabelos brancos do outro lado do balcão, e vestes meio amarrotadas perguntou, em um misto de curiosidade e censura.

Os olhos verdes grandes da pequena garota foram para seu avô, arregalados.

Seu avô havia quebrado a varinha? Mais de uma vez?

O homem ao lado da pequena menina, parecia incrivelmente constrangido, suas bochechas pálidas estavam um pouco avermelhadas.

Os olhos do homem atrás do balcão, foram para a menina, e se arregalaram.

- Sua neta? Seu filho era uma cópia perfeita sua, mais sua neta... Ela é uma cópia perfeita de Rosemarie... - O homem falou com assombro, analisando o rosto infantil da menina.

Os olhos verdes da menina, pareceram maiores ainda.

- Eu me pareço com minha avó? - Ela pediu, parecendo feliz e ansiosa pela informação.

Sua avó havia morrido, antes mesmo de seu pai terminar a escola, muito antes de ela sonhar em nascer, e seu avô não tinha, nenhuma foto de família em sua enorme mansão.

Apesar de que ela suspeitava que o quarto que ele sempre marinha trancado, e ordenado que ela não tentasse entra, tinha as memórias de família, que ela tanto queria ver.

- Sim! Mais estamos aqui, para comprar sua varinha! Não para relembrar o passado! - O homem disse rispidamente, com os olhos grudados no homem atrás do balcão na última parte.

O homem atrás do balcão resmungou algo que a menina não pode ouvir, seus olhos estavam atentos em seu avô, e olhando nervosamente para ambos.

- Venha mais perto, preciso medi-la! - O homem de cabelos brancos disse, e como se estivesse sido ordenada, uma fita métrica azul, ao lado do balcão, se esticou e começou a medi-la.

Em menos de um minuto a fita aqui no chão, e o homem saiu de trás de uma estante, lotada de pequenas caixas negras, com alguma caixas nas mãos.

A menina se abaixou, e tomou a fita entre as mãos, a enrolando, é colocado novamente sobre o balcão.

Ela não viu, mais seu avô, estava atento ao gesto, é o rastro de um sorriso, apareceu em seus lábios.

- Como se chama? - O homem perguntou, apoiando um braço sobre o balcão.

- Ravenna... - A pequena disse timidamente.

O homem abriu um grande sorriso.

- Nome de bruxa! Tente essa! Pena de Fênix, 22cm, madeira negra, meio grossa! Vamos lá, não tenha medo, pode pegá-la! - O homem disse com tanta empolgação que fez a pequena menina olhar para seu avô, atrás de apoio, sua empolgação era meio assustadora.

Ele tinha uma caixa preta aberto, com vários papéis saindo dela, e dentro descansava uma varinha, de madeira marrom escura, com alguns adornos meio dourados.

Quase pulando de um lê para o outro é com as mãos soando, a menina estendeu a mão para a varinha, e quando ela estava em sua palma, foi como se um calor subsse por seu corpo, e pequenas faíscas saíram da ponta.

- Essa foi rápida... - Ela pode ouvir a voz de seu avô a suas costas.

- Eu sabia! Você sabe o que a de especial nessa varinha? A Fênix que deu o núcleo para sua varinha, é a mesma que produziu o núcleo da varinha de sua avó e de seu pai! - O homem disse com empolgação e espanto.

A boca da menina estava aberta em um pequeno 'O', e antes que ela pudesse dizer algo, uma mão forte a puxou para trás.

- Quanto lê devo? - A voz de seu avô soou, mais rude do que o normal, ao perguntar.

E em minutos eles estavam fora da loja, sem ela poder ao menos se despedir do senhor direito.
Post para registro de varinha.. nota ⸭  ⅱ. nota ⸭  ⅲ. nota



Ravenna Lesslyn Kuznetsova
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22

Perfil Bruxo
Casa:
Ano Escolar: Concluído
Varinha: Madeira Negra(Acácia), Pena de Fênix, 22cm, meio grossa, inflexível.

Ravenna L. Kuznetsova

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Re: Loja de Varinhas Olivaras.

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